Proteção do consumidor
O nosso compromisso com a sua segurança no setor da fertilidade em Portugal.

Apenas clínicas que cumprem todos os critérios regulamentares recebem o nosso selo.
Registo confirmado na Entidade Reguladora da Saúde com alvará válido.
Corpo clínico inscrito e em conformidade com a Ordem dos Médicos.
Seguro de responsabilidade civil obrigatório ativo e verificado.
Condições de higiene, segurança e equipamento verificadas presencialmente.
Em Portugal, todos os tratamentos de procriação medicamente assistida (PMA) são regulados pela Lei n.º 32/2006 e supervisionados pelo Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida (CNPMA). Só clínicas autorizadas podem realizar técnicas como FIV, ICSI, inseminação, doação de gâmetas, congelamento de óvulos e diagnóstico genético pré-implantação (PGT). Esta autorização é pública e pode ser consultada online em qualquer momento.
Os critérios clínicos seguem as orientações da European Society of Human Reproduction and Embryology (ESHRE) e da Direção-Geral da Saúde (DGS). O Serviço Nacional de Saúde assegura acesso público para utentes elegíveis (encaminhamento médico, idade ≤ 40 anos para a mulher, ausência de filhos prévios em comum). Em centros privados, o limite legal é de 50 anos para a mulher. A medicação para estimulação ovárica é comparticipada a 69% pelo SNS para utentes elegíveis e custa entre 800€ e 2.000€ por ciclo em regime particular.
A escolha de uma clínica deve assentar em critérios objetivos: autorização ativa do CNPMA, taxas de sucesso publicadas e estratificadas por idade, equipa multidisciplinar (ginecologia, embriologia, andrologia, psicologia), técnicas laboratoriais avançadas (vitrificação, time-lapse, PGT, ERA) e qualidade do acompanhamento humano. Não confunda popularidade com qualidade — peça sempre os resultados detalhados antes de iniciar tratamento. As nossas clínicas verificadas passam todos estes filtros e respeitam um código de transparência de preços e práticas.
Se está a iniciar o seu percurso, recomendamos: comparar pelo menos duas clínicas, pedir orçamentos detalhados por escrito, confirmar a sua elegibilidade pelo SNS junto do médico de família, e considerar apoio psicológico desde a primeira fase. Veja também o nosso glossário, as perguntas mais frequentes, os preços indicativos e o selo de verificação.