Saltar para o conteúdo
ClinicaDeFertilidade.PT

FAQ

Perguntas frequentes

As perguntas mais comuns sobre tratamentos de fertilidade em Portugal.

Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes

Quanto custa uma FIV em Portugal?

+

Entre 3.500€ e 6.500€ num centro privado, com medicação à parte. No SNS o tratamento é comparticipado.

Quanto tempo é o tempo de espera para FIV no SNS?

+

Varia entre 12 e 24 meses consoante a região e o centro.

Qual a idade máxima para fazer FIV em Portugal?

+

Em centros privados, tipicamente até aos 50 anos. No SNS, até aos 40 anos.

Qual é a taxa de sucesso de uma FIV?

+

Entre 30% e 45% por ciclo, dependendo principalmente da idade da mulher.

É possível fazer FIV com doação de óvulos em Portugal?

+

Sim, em centros autorizados. As taxas de sucesso por transferência são tipicamente superiores a 50%.

Perguntas frequentes sobre fertilidade em Portugal

Esta secção reúne mais de 1.000 perguntas e respostas editoriais sobre procriação medicamente assistida em Portugal — desde questões de elegibilidade no SNS, custos no setor privado, taxas de sucesso por idade e técnica, até dúvidas sobre direitos legais, criopreservação, doação de gâmetas e percurso emocional. Cada resposta é revista pela nossa equipa editorial com base em fontes oficiais e literatura científica internacional.

Estruturámos as respostas em torno das cinco grandes dúvidas que dominam o pedido de informação de quem inicia um percurso de fertilidade: **(1) Quando devo procurar ajuda?** — geralmente após 12 meses de tentativas sem sucesso, ou 6 meses se a mulher tiver ≥35 anos, conforme normas da DGS e ESHRE. **(2) Quanto custa em Portugal?** — entre 800€ (IUI) e 9.000€ (doação de óvulos) por ciclo no privado; gratuito no SNS para elegíveis. **(3) Qual a taxa de sucesso?** — depende criticamente da idade da mulher, com declínio acentuado após os 38 anos. **(4) Como escolher clínica?** — quatro critérios (equipa, laboratório, transparência, política de transferência). **(5) Quais os direitos legais?** — enquadrados pela Lei n.º 32/2006.

Cada pergunta detalha o quadro regulatório aplicável (CNPMA, DGS, SNS), apresenta os números mais recentes disponíveis publicamente, contextualiza para a realidade portuguesa, e propõe próximos passos práticos. Quando a resposta envolve decisão clínica individual, recomendamos sempre consulta presencial num centro autorizado — esta secção informa, não substitui aconselhamento médico.

Para utentes do SNS, atenção especial às páginas sobre **elegibilidade SNS**, **tempo de espera por região** e **critérios de prioridade**. Para utentes privados, focamo-nos em **comparação de propostas**, **comparticipações de seguros**, **planos de financiamento** e **ADSE**. Para casais internacionais, há respostas dedicadas a **direitos de doação**, **destino de embriões**, **legislação aplicável** e **diferenças com o regime do Reino Unido (HFEA) e de Espanha**.

Se a sua dúvida não aparece listada, pode pedir resposta personalizada através do nosso formulário — respondemos em 24 horas, sem custo. Toda a informação reunida nesta secção é editorialmente independente e cruzada com fontes oficiais — CNPMA, Direção-Geral da Saúde, Serviço Nacional de Saúde, Entidade Reguladora da Saúde e Lei n.º 32/2006. As recomendações de boas práticas seguem normas europeias da ESHRE e diretrizes do NICE.

Perguntas frequentes deste hub

Como são revistas estas perguntas?
Cada resposta passa por revisão editorial inicial e validação clínica por especialista em medicina da reprodução antes de publicação. Datas de última revisão são públicas.
Estas respostas substituem consulta médica?
Não. Servem para informar decisões e preparar consultas, mas decisões clínicas exigem avaliação presencial em centro autorizado pelo CNPMA.
Posso submeter uma pergunta nova?
Sim, através do formulário do site. Perguntas com interesse generalizado são publicadas anonimamente após resposta editorial.

Como funciona fertilidade em Portugal

Em Portugal, todos os tratamentos de procriação medicamente assistida (PMA) são regulados pela Lei n.º 32/2006 e supervisionados pelo Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida (CNPMA). Só clínicas autorizadas podem realizar técnicas como FIV, ICSI, inseminação, doação de gâmetas, congelamento de óvulos e diagnóstico genético pré-implantação (PGT). Esta autorização é pública e pode ser consultada online em qualquer momento.

Os critérios clínicos seguem as orientações da European Society of Human Reproduction and Embryology (ESHRE) e da Direção-Geral da Saúde (DGS). O Serviço Nacional de Saúde assegura acesso público para utentes elegíveis (encaminhamento médico, idade ≤ 40 anos para a mulher, ausência de filhos prévios em comum). Em centros privados, o limite legal é de 50 anos para a mulher. A medicação para estimulação ovárica é comparticipada a 69% pelo SNS para utentes elegíveis e custa entre 800€ e 2.000€ por ciclo em regime particular.

A escolha de uma clínica deve assentar em critérios objetivos: autorização ativa do CNPMA, taxas de sucesso publicadas e estratificadas por idade, equipa multidisciplinar (ginecologia, embriologia, andrologia, psicologia), técnicas laboratoriais avançadas (vitrificação, time-lapse, PGT, ERA) e qualidade do acompanhamento humano. Não confunda popularidade com qualidade — peça sempre os resultados detalhados antes de iniciar tratamento. As nossas clínicas verificadas passam todos estes filtros e respeitam um código de transparência de preços e práticas.

Se está a iniciar o seu percurso, recomendamos: comparar pelo menos duas clínicas, pedir orçamentos detalhados por escrito, confirmar a sua elegibilidade pelo SNS junto do médico de família, e considerar apoio psicológico desde a primeira fase. Veja também o nosso glossário, as perguntas mais frequentes, os preços indicativos e o selo de verificação.

Perguntas frequentes sobre fertilidade em Portugal

Esta secção reúne mais de 1.000 perguntas e respostas editoriais sobre procriação medicamente assistida em Portugal — desde questões de elegibilidade no SNS, custos no setor privado, taxas de sucesso por idade e técnica, até dúvidas sobre direitos legais, criopreservação, doação de gâmetas e percurso emocional. Cada resposta é revista pela nossa equipa editorial com base em fontes oficiais e literatura científica internacional.

Estruturámos as respostas em torno das cinco grandes dúvidas que dominam o pedido de informação de quem inicia um percurso de fertilidade: **(1) Quando devo procurar ajuda?** — geralmente após 12 meses de tentativas sem sucesso, ou 6 meses se a mulher tiver ≥35 anos, conforme normas da DGS e ESHRE. **(2) Quanto custa em Portugal?** — entre 800€ (IUI) e 9.000€ (doação de óvulos) por ciclo no privado; gratuito no SNS para elegíveis. **(3) Qual a taxa de sucesso?** — depende criticamente da idade da mulher, com declínio acentuado após os 38 anos. **(4) Como escolher clínica?** — quatro critérios (equipa, laboratório, transparência, política de transferência). **(5) Quais os direitos legais?** — enquadrados pela Lei n.º 32/2006.

Cada pergunta detalha o quadro regulatório aplicável (CNPMA, DGS, SNS), apresenta os números mais recentes disponíveis publicamente, contextualiza para a realidade portuguesa, e propõe próximos passos práticos. Quando a resposta envolve decisão clínica individual, recomendamos sempre consulta presencial num centro autorizado — esta secção informa, não substitui aconselhamento médico.

Para utentes do SNS, atenção especial às páginas sobre **elegibilidade SNS**, **tempo de espera por região** e **critérios de prioridade**. Para utentes privados, focamo-nos em **comparação de propostas**, **comparticipações de seguros**, **planos de financiamento** e **ADSE**. Para casais internacionais, há respostas dedicadas a **direitos de doação**, **destino de embriões**, **legislação aplicável** e **diferenças com o regime do Reino Unido (HFEA) e de Espanha**.

Se a sua dúvida não aparece listada, pode pedir resposta personalizada através do nosso formulário — respondemos em 24 horas, sem custo. Toda a informação reunida nesta secção é editorialmente independente e cruzada com fontes oficiais — CNPMA, Direção-Geral da Saúde, Serviço Nacional de Saúde, Entidade Reguladora da Saúde e Lei n.º 32/2006. As recomendações de boas práticas seguem normas europeias da ESHRE e diretrizes do NICE.

Perguntas frequentes deste hub

Como são revistas estas perguntas?
Cada resposta passa por revisão editorial inicial e validação clínica por especialista em medicina da reprodução antes de publicação. Datas de última revisão são públicas.
Estas respostas substituem consulta médica?
Não. Servem para informar decisões e preparar consultas, mas decisões clínicas exigem avaliação presencial em centro autorizado pelo CNPMA.
Posso submeter uma pergunta nova?
Sim, através do formulário do site. Perguntas com interesse generalizado são publicadas anonimamente após resposta editorial.

Encontre uma clínica

Compare preços, reviews e contactos

Ver clínicas