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Termos de fertilidade explicados

Linguagem clara para conceitos clínicos complexos.

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Glossário de medicina da reprodução em Portugal

O glossário editorial reúne mais de 40 termos técnicos usados em medicina da reprodução portuguesa, com definições precisas, contexto clínico, equivalentes internacionais e ligações cruzadas. Inclui termos hormonais (AMH, FSH, LH, estradiol, prolactina), técnicas laboratoriais (ICSI, IMSI, vitrificação, eclosão assistida), procedimentos clínicos (punção folicular, transferência embrionária, histerossalpingografia), entidades reguladoras (CNPMA, ERS, DGS) e siglas legais (Lei n.º 32/2006).

Cada definição segue a nomenclatura adotada pela ESHRE e pela Sociedade Portuguesa de Medicina da Reprodução, com tradução validada para português europeu pela nossa equipa editorial. As referências internacionais incluem terminologia da American Society for Reproductive Medicine (ASRM) e da Human Fertilisation and Embryology Authority (HFEA), o que permite leitura cruzada para pacientes internacionais ou que tenham realizado parte do percurso em Espanha ou no Reino Unido.

O glossário é particularmente útil em três momentos do percurso: na primeira consulta, quando o médico explica o diagnóstico e as opções; no consentimento informado, documento legal exigido pela Lei n.º 32/2006; e em relatórios laboratoriais ou de embriologia. Pedir esclarecimento sobre qualquer termo é direito da paciente e dever do centro — nenhum consentimento deve ser assinado sem compreensão clara dos conceitos relevantes.

Termos com maior procura: AMH (reserva ovárica), FSH (estimulação folicular), Beta-hCG (confirmação de gravidez), blastocisto (embrião dia 5), vitrificação (congelação rápida), PGT-A (rastreio genético) e CNPMA (regulador nacional). Cada entrada do glossário é uma página dedicada com contexto clínico, casos típicos de uso, valores de referência (quando aplicável) e ligação aos tratamentos onde o termo aparece.

Para terminologia clínica em inglês, consulte a versão English glossary. Para perguntas concretas sobre o uso dos termos no seu caso, recomendamos a secção perguntas frequentes. Toda a informação reunida nesta secção é editorialmente independente e cruzada com fontes oficiais — CNPMA, Direção-Geral da Saúde, Serviço Nacional de Saúde, Entidade Reguladora da Saúde e Lei n.º 32/2006. As recomendações de boas práticas seguem normas europeias da ESHRE e diretrizes do NICE.

Perguntas frequentes deste hub

Os termos seguem a nomenclatura portuguesa ou internacional?
Ambas. A entrada principal usa o termo em português europeu adotado pela SPMR e pelo CNPMA, com o equivalente internacional (ESHRE/ASRM) em destaque para leitura cruzada.
Os valores de referência aplicam-se ao meu caso?
Os valores apresentados são intervalos populacionais médios. Valores individuais devem ser interpretados por médico em contexto clínico — idade, ciclo menstrual, medicação e outros parâmetros influenciam.
Posso usar este glossário durante a consulta?
Sim. Recomendamos abrir o glossário antes e durante a consulta, e marcar termos que merecem esclarecimento direto com o médico.

Como funciona fertilidade em Portugal

Em Portugal, todos os tratamentos de procriação medicamente assistida (PMA) são regulados pela Lei n.º 32/2006 e supervisionados pelo Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida (CNPMA). Só clínicas autorizadas podem realizar técnicas como FIV, ICSI, inseminação, doação de gâmetas, congelamento de óvulos e diagnóstico genético pré-implantação (PGT). Esta autorização é pública e pode ser consultada online em qualquer momento.

Os critérios clínicos seguem as orientações da European Society of Human Reproduction and Embryology (ESHRE) e da Direção-Geral da Saúde (DGS). O Serviço Nacional de Saúde assegura acesso público para utentes elegíveis (encaminhamento médico, idade ≤ 40 anos para a mulher, ausência de filhos prévios em comum). Em centros privados, o limite legal é de 50 anos para a mulher. A medicação para estimulação ovárica é comparticipada a 69% pelo SNS para utentes elegíveis e custa entre 800€ e 2.000€ por ciclo em regime particular.

A escolha de uma clínica deve assentar em critérios objetivos: autorização ativa do CNPMA, taxas de sucesso publicadas e estratificadas por idade, equipa multidisciplinar (ginecologia, embriologia, andrologia, psicologia), técnicas laboratoriais avançadas (vitrificação, time-lapse, PGT, ERA) e qualidade do acompanhamento humano. Não confunda popularidade com qualidade — peça sempre os resultados detalhados antes de iniciar tratamento. As nossas clínicas verificadas passam todos estes filtros e respeitam um código de transparência de preços e práticas.

Se está a iniciar o seu percurso, recomendamos: comparar pelo menos duas clínicas, pedir orçamentos detalhados por escrito, confirmar a sua elegibilidade pelo SNS junto do médico de família, e considerar apoio psicológico desde a primeira fase. Veja também o nosso glossário, as perguntas mais frequentes, os preços indicativos e o selo de verificação.

Glossário de medicina da reprodução em Portugal

O glossário editorial reúne mais de 40 termos técnicos usados em medicina da reprodução portuguesa, com definições precisas, contexto clínico, equivalentes internacionais e ligações cruzadas. Inclui termos hormonais (AMH, FSH, LH, estradiol, prolactina), técnicas laboratoriais (ICSI, IMSI, vitrificação, eclosão assistida), procedimentos clínicos (punção folicular, transferência embrionária, histerossalpingografia), entidades reguladoras (CNPMA, ERS, DGS) e siglas legais (Lei n.º 32/2006).

Cada definição segue a nomenclatura adotada pela ESHRE e pela Sociedade Portuguesa de Medicina da Reprodução, com tradução validada para português europeu pela nossa equipa editorial. As referências internacionais incluem terminologia da American Society for Reproductive Medicine (ASRM) e da Human Fertilisation and Embryology Authority (HFEA), o que permite leitura cruzada para pacientes internacionais ou que tenham realizado parte do percurso em Espanha ou no Reino Unido.

O glossário é particularmente útil em três momentos do percurso: na primeira consulta, quando o médico explica o diagnóstico e as opções; no consentimento informado, documento legal exigido pela Lei n.º 32/2006; e em relatórios laboratoriais ou de embriologia. Pedir esclarecimento sobre qualquer termo é direito da paciente e dever do centro — nenhum consentimento deve ser assinado sem compreensão clara dos conceitos relevantes.

Termos com maior procura: AMH (reserva ovárica), FSH (estimulação folicular), Beta-hCG (confirmação de gravidez), blastocisto (embrião dia 5), vitrificação (congelação rápida), PGT-A (rastreio genético) e CNPMA (regulador nacional). Cada entrada do glossário é uma página dedicada com contexto clínico, casos típicos de uso, valores de referência (quando aplicável) e ligação aos tratamentos onde o termo aparece.

Para terminologia clínica em inglês, consulte a versão English glossary. Para perguntas concretas sobre o uso dos termos no seu caso, recomendamos a secção perguntas frequentes. Toda a informação reunida nesta secção é editorialmente independente e cruzada com fontes oficiais — CNPMA, Direção-Geral da Saúde, Serviço Nacional de Saúde, Entidade Reguladora da Saúde e Lei n.º 32/2006. As recomendações de boas práticas seguem normas europeias da ESHRE e diretrizes do NICE.

Perguntas frequentes deste hub

Os termos seguem a nomenclatura portuguesa ou internacional?
Ambas. A entrada principal usa o termo em português europeu adotado pela SPMR e pelo CNPMA, com o equivalente internacional (ESHRE/ASRM) em destaque para leitura cruzada.
Os valores de referência aplicam-se ao meu caso?
Os valores apresentados são intervalos populacionais médios. Valores individuais devem ser interpretados por médico em contexto clínico — idade, ciclo menstrual, medicação e outros parâmetros influenciam.
Posso usar este glossário durante a consulta?
Sim. Recomendamos abrir o glossário antes e durante a consulta, e marcar termos que merecem esclarecimento direto com o médico.

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