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ClinicaDeFertilidade.PT

Glossário

Termos de fertilidade explicados

Linguagem clara para conceitos clínicos complexos.

Aborto de repetição

Duas ou mais perdas gestacionais consecutivas, que requerem investigação especializada.

Adenomiose

Presença de tecido endometrial (glândulas e estroma) no miométrio (músculo uterino), causando dismenorreia, metrorragia e infertilidade.

Agonista da GnRH

Análogo da GnRH usado para suprimir ou desencadear a ovulação em protocolos de PMA.

Amenorreia

Ausência de menstruação — primária (nunca menstruou aos 16 anos) ou secundária (cessação por >3-6 meses em mulher que menstruava).

AMH (Hormona Anti-Mülleriana)

Marcador sanguíneo da reserva ovárica que reflete o pool de folículos antrais disponíveis.

Aneuploidia

Alteração do número de cromossomas em uma célula (não múltiplo do conjunto haploide), causando alterações de desenvolvimento ou perda gestacional.

Anovulação

Ausência de ovulação num ciclo menstrual, impedindo a fertilização natural.

Antagonista da GnRH

Molécula que bloqueia diretamente o recetor hipofisário da GnRH, impedindo picos prematuros de LH durante a estimulação ovárica.

Azoospermia

Ausência total de espermatozoides no ejaculado, confirmada por dois seminogramas após centrifugação.

Beta-hCG — definição médica

Hormona da gravidez.

Beta-hCG (gonadotrofina coriónica humana, subunidade beta)

Hormona produzida pelo trofoblasto cujo doseamento sérico confirma e monitoriza a gravidez precoce.

Biópsia embrionária

Retirada de células do trofoectoderme para teste genético pré-implantação.

Blastocisto

Estádio embrionário do dia 5-6 com cavidade interna — momento preferencial para transferência ou biópsia.

Ciclo menstrual

Ciclo fisiológico feminino de aproximadamente 28 dias, dividido em fase folicular, ovulação e fase lútea.

Cisto endometriósico (endometrioma)

Cisto ovarico resultante da implantação de tecido endometrial no ovário, contendo sangue degradação ('sangue em chocolate').

Cisto ovarico

Formação liquida ou sólida no ovário, geralmente benigna, que pode ser fisiológica ou patológica.

Clomifeno (Clomifene citrato)

Modulador seletivo dos recetores de estrogénio usado para induzir a ovulação em mulheres com anovulação.

CNPMA — definição médica

Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida — regulador português da fertilidade.

Coasting: Pausa na Estimulação Ovárica

Estratégia clínica para prevenir a Síndrome de Hiperestimulação Ovárica (SHO) em tratamentos de PMA.

Complexo Cumulus-Ovócito (COC): Definição e Função

O Complexo Cumulus-Ovócito (COC) é a unidade funcional aspirada na PMA, essencial para a maturação e fertilização do óvulo.

Corpo lúteo

Estrutura endócrina formada no ovário após a ovulação, que produz progesterona para sustentar a fase lútea e a implantação.

Criopreservação

Conservação de gâmetas, embriões ou tecido reprodutivo a temperaturas ultra-baixas em azoto líquido.

Diminuição da reserva ovárica (DOR)

Redução quantitativa do stock folicular abaixo do esperado para a idade, sem cessação completa da função ovariana.

Doação anónima — definição médica

Identidade do dador não revelada à receptora.

Doação de espermatozoides

Uso de sémen de doador em IIU ou FIV para casais ou mulheres sem parceiro masculino.

Doação de ovócitos

Tratamento de PMA com óvulos de doadora anónima.

Eclosão assistida (assisted hatching)

Técnica laboratorial que cria uma abertura na zona pelúcida do embrião para facilitar a implantação.

EmbryoScope: Incubador com Monitorização Contínua

O EmbryoScope é um incubador avançado com tecnologia time-lapse para monitorização contínua do desenvolvimento embrionário.

Endométrio

Revestimento interno do útero — espessura e padrão condicionam o sucesso da implantação.

Endometriose

Presença de tecido endometrial fora da cavidade uterina, causa frequente de infertilidade.

Endometrite crónica

Inflamação persistente do endométrio, frequentemente assintomática, associada a falha de implantação e aborto recorrente.

ERA — teste de recetividade endometrial

Análise molecular do endométrio para determinar a janela ótima de implantação personalizada.

ERA Test — definição médica

Teste de receptividade endometrial.

Espermograma

Análise laboratorial do sémen segundo critérios da OMS.

Estimulação ovárica controlada

Administração de gonadotrofinas para induzir o desenvolvimento simultâneo de múltiplos folículos.

Estradiol (E2)

Principal estrogénio circulante, marcador da atividade folicular durante a estimulação ovárica.

Estradiol (E2)

Principal estrogénio produzido pelos folículos ováricos em crescimento.

Fator masculino de infertilidade

Contribuição da qualidade ou quantidade espermática para a dificuldade de conceção de um casal.

FIV (Fertilização In Vitro)

Técnica de PMA onde ovócitos são recolhidos, fertilizados em laboratório e os embriões transferidos para o útero.

Folículo antral

Folículo ovárico visível por ecografia (2-10 mm) — base da contagem CFA para reserva ovárica.

Fragmentação de DNA espermático

Avaliação da integridade do DNA dos espermatozoides, associada a falhas reprodutivas.

Fragmentação do DNA espermático: O que é?

Avaliação da integridade do material genético dos espermatozoides e sua relevância na infertilidade masculina.

FSH (Hormona folículo-estimulante)

Hormona hipofisária que estimula o crescimento folicular ovárico.

GnRH — definição médica

Hormona libertadora de gonadotrofinas.

Gravidez múltipla (gemelar, tripla)

Gravidez com dois ou mais fetos, complicação comum e evitável da PMA com risco perinatal aumentado.

hCG (Gonadotrofina Coriónica Humana)

Hormona produzida pelo trofoblasto após a implantação, usada como marcador de gravidez e trigger de ovulação em FIV.

Hidrossalpinge

Dilatação patológica da trompa de Falópio por acumulação de fluido, com impacto negativo na implantação.

Hiperprolactinemia

Elevação dos níveis de prolactina sérica que suprime o eixo hipotalâmico-hipofisário-gonadal, causando anovulação.

Hipertiroidismo

Função excessiva da glândula tiróide, que pode causar anovulação, infertilidade e riscos na gravidez.

Hipotiroidismo

Função diminuída da glândula tiróide, que pode causar anovulação, infertilidade e complicações na gravidez.

Histeroscopia

Endoscopia da cavidade uterina para diagnóstico e tratamento de pólipos, miomas submucosos e aderências.

Histeroscopia

Exame endoscópico que visualiza diretamente o interior do útero.

Histerossalpingografia

Exame radiológico que avalia a permeabilidade das trompas e cavidade uterina.

Histerossalpingografia (HSG): O que é?

Exame radiológico para avaliar útero e trompas, essencial no diagnóstico de infertilidade.

ICSI (Injeção Intracitoplasmática de Espermatozoides)

Técnica de micromanipulação onde um único espermatozóide é injetado diretamente no ovócito.

ICSI (microinjeção) — definição médica

Injeção direta de um espermatozoide no óvulo, usada em fator masculino.

IIU (Inseminação Intrauterina)

Procedimento onde espermatozoides processados são depositados diretamente na cavidade uterina durante o período fértil.

Implantação embrionária

Processo pelo qual o blastocisto adere e invade o endométrio, iniciando a gestação.

IMSI

Microinjeção intracitoplasmática com seleção morfológica a alta magnificação.

Infertilidade inexplicada

Diagnóstico atribuído quando todas as investigações de rotina do casal são normais e não se identifica causa aparente.

Inseminação Artificial com Dador (IAD)

A IAD é uma técnica de PMA que utiliza sémen de dador para facilitar a gravidez. Saiba mais sobre o procedimento e indicações.

Insuficiência ovárica prematura (IOP)

Cessação da função ovariana antes dos 40 anos, com consequente amenorreia e infertilidade.

Janela de Implantação: O Período Chave para a Gravidez

Compreenda a janela de implantação, o período crítico em que o endométrio está recetivo à fixação do embrião, essencial na PMA.

Lei 32/2006 (PMA)

Lei portuguesa que regula a Procriação Medicamente Assistida.

Letrozol

Inibidor da aromatase usado para indução da ovulação, particularmente em mulheres com SOP.

LH — definição médica

Hormona luteinizante.

LH (Hormona Luteinizante)

Gonadotrofina hipofisária que desencadeia a ovulação e mantém o corpo lúteo.

Metformina

Biguanida oral que melhora a sensibilidade à insulina, induz ovulação em SOP e reduz complicações metabólicas.

Miomas uterinos

Tumores benignos do músculo uterino — podem afetar fertilidade conforme localização e tamanho.

Morfologia espermática

Percentagem de espermatozoides com forma normal segundo critérios estritos de Kruger.

Mosaicismo Embrionário: Definição e Implicações

Compreenda o mosaicismo embrionário, a presença de células geneticamente distintas num embrião e o seu impacto na seleção para transferência.

Obstrução tubárica

Bloqueio parcial ou total das trompas de Falópio, impedindo o encontro do ovócito com os espermatozoides.

Oócito — definição médica

Óvulo imaturo ou maduro.

Ovulação

Libertação de um ovócito maduro pelo ovário, habitualmente no meio do ciclo menstrual.

Perda gestacional (aborto espontâneo)

Interrupção não intencional da gravidez antes das 20-24 semanas, mais comummente no primeiro trimestre.

PGT-A

Teste genético pré-implantação para aneuploidias cromossómicas.

PGT-M (teste genético pré-implantação para doenças monogénicas)

Análise genética de embriões para identificar doenças hereditárias monogénicas antes da transferência.

PICSI: Injeção Intracitoplasmática de Espermatozoides Selecionados

PICSI é uma técnica de laboratório que refina a ICSI, utilizando ácido hialurónico para selecionar espermatozoides maduros.

Pólipo endometrial

Proliferação benigna focal do endométrio que forma uma massa pedunculada ou sessil na cavidade uterina.

Preservação da fertilidade oncológica

Conjunto de técnicas para proteger a fertilidade antes de tratamentos oncológicos potencialmente gonadotóxicos.

Preservação social da fertilidade (social freezing)

Vitrificação eletiva de ovócitos por motivos não médicos, para preservar fertilidade futura.

Progesterona

Hormona produzida pelo corpo lúteo, essencial para a recetividade endometrial e gravidez inicial.

Prolactina (PRL)

Hormona hipofisária — quando elevada pode suprimir a ovulação e causar infertilidade.

Punção folicular

Procedimento ecoguiado para colheita de óvulos sob sedação.

Punção Folicular: O Que É e Como Funciona

Procedimento essencial na PMA para recolha de óvulos, realizado sob sedação para garantir o conforto da paciente.

Punção Ovárica: Recolha de Óvulos para Fertilidade

Procedimento de recolha de ovócitos para tratamentos de PMA, realizado sob sedação. Saiba mais sobre a punção folicular.

Reserva ovárica

Capacidade estimada do ovário em fornecer ovócitos viáveis para fertilização.

ROPA: Receção de Óvulos da Parceira

O método ROPA permite a maternidade partilhada para casais de mulheres, combinando o vínculo genético e gestacional.

Seminograma

Análise laboratorial do sémen segundo critérios OMS — primeiro exame masculino na avaliação de infertilidade.

SET — transferência eletiva de um único embrião

Estratégia de transferir apenas um embrião por ciclo para evitar gravidez múltipla.

Síndrome de hiperestimulação ovárica (OHSS)

Complicação iatrogénica da estimulação ovárica com edema, ascite e hemoconcentração.

Síndrome de Hiperestimulação Ovárica (SHO)

Resposta excessiva a medicamentos de fertilidade, com risco de complicações.

Síndrome dos ovários poliquísticos (SOP)

Distúrbio endócrino frequente com anovulação, hiperandrogenismo e morfologia ovárica poliquística.

Suporte luteínico

Administração de progesterona após a punção para manter a recetividade endometrial.

Teratozoospermia: Definição e Implicações

Compreenda a teratozoospermia, a presença de espermatozoides com morfologia anómala e o seu impacto na fertilidade masculina.

TESE / micro-TESE

Extração cirúrgica de espermatozoides do tecido testicular em azoospermia.

Teste ERA: Análise de Recetividade Endometrial

O Teste ERA é um diagnóstico molecular que avalia a recetividade do endométrio para otimizar a implantação embrionária em tratamentos de PMA.

Teste Genético Pré-implantação (PGT)

Análise genética de embriões antes da transferência uterina em tratamentos de PMA.

Testosterona

Hormona esteroide androgénica crucial para a função reprodutiva masculina e, em menor grau, para a saúde ovariana feminina.

Transferência embrionária

Procedimento de colocação do embrião na cavidade uterina por via vaginal.

Trigger (indução final da maturação ovocitária)

Injeção final que induz a maturação dos óvulos antes da punção folicular.

Trompas de Falópio (trompas uterinas)

Tubos musculares que transportam o ovócito desde o ovário até ao útero, onde pode ocorrer a fertilização.

TSH e função tiroideia na fertilidade

A hormona estimuladora da tiroide influencia ovulação, implantação e curso da gravidez.

Varicocelo

Dilatação varicosa das veias do plexo pampiniforme do testículo, causa comum de infertilidade masculina.

Vitrificação

Técnica de criopreservação ultra-rápida que evita formação de cristais de gelo.

Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes

Quem dirige o ClinicaDeFertilidade.PT?

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Somos uma equipa editorial independente, sediada em Portugal, liderada por jornalistas de saúde com um conselho consultivo de especialistas em medicina reprodutiva. A equipa completa está em /equipa-editorial.

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Glossário de medicina da reprodução em Portugal

O glossário editorial reúne mais de 40 termos técnicos usados em medicina da reprodução portuguesa, com definições precisas, contexto clínico, equivalentes internacionais e ligações cruzadas. Inclui termos hormonais (AMH, FSH, LH, estradiol, prolactina), técnicas laboratoriais (ICSI, IMSI, vitrificação, eclosão assistida), procedimentos clínicos (punção folicular, transferência embrionária, histerossalpingografia), entidades reguladoras (CNPMA, ERS, DGS) e siglas legais (Lei n.º 32/2006).

Cada definição segue a nomenclatura adotada pela ESHRE e pela Sociedade Portuguesa de Medicina da Reprodução, com tradução validada para português europeu pela nossa equipa editorial. As referências internacionais incluem terminologia da American Society for Reproductive Medicine (ASRM) e da Human Fertilisation and Embryology Authority (HFEA), o que permite leitura cruzada para pacientes internacionais ou que tenham realizado parte do percurso em Espanha ou no Reino Unido.

O glossário é particularmente útil em três momentos do percurso: na primeira consulta, quando o médico explica o diagnóstico e as opções; no consentimento informado, documento legal exigido pela Lei n.º 32/2006; e em relatórios laboratoriais ou de embriologia. Pedir esclarecimento sobre qualquer termo é direito da paciente e dever do centro — nenhum consentimento deve ser assinado sem compreensão clara dos conceitos relevantes.

Termos com maior procura: AMH (reserva ovárica), FSH (estimulação folicular), Beta-hCG (confirmação de gravidez), blastocisto (embrião dia 5), vitrificação (congelação rápida), PGT-A (rastreio genético) e CNPMA (regulador nacional). Cada entrada do glossário é uma página dedicada com contexto clínico, casos típicos de uso, valores de referência (quando aplicável) e ligação aos tratamentos onde o termo aparece.

Para terminologia clínica em inglês, consulte a versão English glossary. Para perguntas concretas sobre o uso dos termos no seu caso, recomendamos a secção perguntas frequentes. Toda a informação reunida nesta secção é editorialmente independente e cruzada com fontes oficiais — CNPMA, Direção-Geral da Saúde, Serviço Nacional de Saúde, Entidade Reguladora da Saúde e Lei n.º 32/2006. As recomendações de boas práticas seguem normas europeias da ESHRE e diretrizes do NICE.

Perguntas frequentes deste hub

Os termos seguem a nomenclatura portuguesa ou internacional?
Ambas. A entrada principal usa o termo em português europeu adotado pela SPMR e pelo CNPMA, com o equivalente internacional (ESHRE/ASRM) em destaque para leitura cruzada.
Os valores de referência aplicam-se ao meu caso?
Os valores apresentados são intervalos populacionais médios. Valores individuais devem ser interpretados por médico em contexto clínico — idade, ciclo menstrual, medicação e outros parâmetros influenciam.
Posso usar este glossário durante a consulta?
Sim. Recomendamos abrir o glossário antes e durante a consulta, e marcar termos que merecem esclarecimento direto com o médico.

Como funciona fertilidade em Portugal

Em Portugal, todos os tratamentos de procriação medicamente assistida (PMA) são regulados pela Lei n.º 32/2006 e supervisionados pelo Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida (CNPMA). Só clínicas autorizadas podem realizar técnicas como FIV, ICSI, inseminação, doação de gâmetas, congelamento de óvulos e diagnóstico genético pré-implantação (PGT). Esta autorização é pública e pode ser consultada online em qualquer momento.

Os critérios clínicos seguem as orientações da European Society of Human Reproduction and Embryology (ESHRE) e da Direção-Geral da Saúde (DGS). O Serviço Nacional de Saúde assegura acesso público para utentes elegíveis (encaminhamento médico, idade ≤ 40 anos para a mulher, ausência de filhos prévios em comum). Em centros privados, o limite legal é de 50 anos para a mulher. A medicação para estimulação ovárica é comparticipada a 69% pelo SNS para utentes elegíveis e custa entre 800€ e 2.000€ por ciclo em regime particular.

A escolha de uma clínica deve assentar em critérios objetivos: autorização ativa do CNPMA, taxas de sucesso publicadas e estratificadas por idade, equipa multidisciplinar (ginecologia, embriologia, andrologia, psicologia), técnicas laboratoriais avançadas (vitrificação, time-lapse, PGT, ERA) e qualidade do acompanhamento humano. Não confunda popularidade com qualidade — peça sempre os resultados detalhados antes de iniciar tratamento. As nossas clínicas verificadas passam todos estes filtros e respeitam um código de transparência de preços e práticas.

Se está a iniciar o seu percurso, recomendamos: comparar pelo menos duas clínicas, pedir orçamentos detalhados por escrito, confirmar a sua elegibilidade pelo SNS junto do médico de família, e considerar apoio psicológico desde a primeira fase. Veja também o nosso glossário, as perguntas mais frequentes, os preços indicativos e o selo de verificação.

Glossário de medicina da reprodução em Portugal

O glossário editorial reúne mais de 40 termos técnicos usados em medicina da reprodução portuguesa, com definições precisas, contexto clínico, equivalentes internacionais e ligações cruzadas. Inclui termos hormonais (AMH, FSH, LH, estradiol, prolactina), técnicas laboratoriais (ICSI, IMSI, vitrificação, eclosão assistida), procedimentos clínicos (punção folicular, transferência embrionária, histerossalpingografia), entidades reguladoras (CNPMA, ERS, DGS) e siglas legais (Lei n.º 32/2006).

Cada definição segue a nomenclatura adotada pela ESHRE e pela Sociedade Portuguesa de Medicina da Reprodução, com tradução validada para português europeu pela nossa equipa editorial. As referências internacionais incluem terminologia da American Society for Reproductive Medicine (ASRM) e da Human Fertilisation and Embryology Authority (HFEA), o que permite leitura cruzada para pacientes internacionais ou que tenham realizado parte do percurso em Espanha ou no Reino Unido.

O glossário é particularmente útil em três momentos do percurso: na primeira consulta, quando o médico explica o diagnóstico e as opções; no consentimento informado, documento legal exigido pela Lei n.º 32/2006; e em relatórios laboratoriais ou de embriologia. Pedir esclarecimento sobre qualquer termo é direito da paciente e dever do centro — nenhum consentimento deve ser assinado sem compreensão clara dos conceitos relevantes.

Termos com maior procura: AMH (reserva ovárica), FSH (estimulação folicular), Beta-hCG (confirmação de gravidez), blastocisto (embrião dia 5), vitrificação (congelação rápida), PGT-A (rastreio genético) e CNPMA (regulador nacional). Cada entrada do glossário é uma página dedicada com contexto clínico, casos típicos de uso, valores de referência (quando aplicável) e ligação aos tratamentos onde o termo aparece.

Para terminologia clínica em inglês, consulte a versão English glossary. Para perguntas concretas sobre o uso dos termos no seu caso, recomendamos a secção perguntas frequentes. Toda a informação reunida nesta secção é editorialmente independente e cruzada com fontes oficiais — CNPMA, Direção-Geral da Saúde, Serviço Nacional de Saúde, Entidade Reguladora da Saúde e Lei n.º 32/2006. As recomendações de boas práticas seguem normas europeias da ESHRE e diretrizes do NICE.

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Os termos seguem a nomenclatura portuguesa ou internacional?
Ambas. A entrada principal usa o termo em português europeu adotado pela SPMR e pelo CNPMA, com o equivalente internacional (ESHRE/ASRM) em destaque para leitura cruzada.
Os valores de referência aplicam-se ao meu caso?
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